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"Estou casada há 12 anos e durante esse período nunca traí meu marido. Agora, estou vivendo o momento mais difícil da minha vida. Amo meu marido, sinto desejo por ele e quero continuar sempre ao seu lado, mas estou vivendo uma espécie de paixão (ou seria tesão?) por um nova colega de trabalho. Já fomos algumas vezes para o motel na hora do almoço. Depois que comecei esse caso, não tenho sentido vontade de transar com meu marido. Apesar de acreditar que deve ser uma fase, tenho estado tensa, porque não sei quais são as consequências de uma relação com outra mulher fora do casamento."
*** Muito se fala dos perigos de uma relação extraconjugal, mas pouco é dito sobre os efeitos nocivos da repressão ... -
"Conheci meu marido com 18 anos, namoramos por um ano e nos separamos. Ficamos 3 anos sem nos ver e depois nos encontramos novamente. Foi quando engravidei da nossa primeira filha. Quando ela tinha 1 ano, casamos e, três anos e meio depois, tivemos a segunda filha. No entanto, até o sétimo ano, nosso casamento foi muito conturbado. Ele bebia muito, não era alcóolatra, mas quando bebia, aos finais de semana, não tinha limites e isso atrapalhava muito nosso relacionamento. Então, sempre brigávamos muito por isso. Lembro que teve um dia que ele chegou em casa alterado e decidi que não queria mais. Achava que minhas filhas não mereciam ver o pai desse jeito. Então, pensei que se não acontecesse um milagre, abriria mão do casamento.
Dois meses depois, ele propôs que nos mudássemos para os Estados Unidos e fomos. Assim que chegamos, ele passou por uma grande mudança: parou de beber, passou a dar mais valor pra mim e minhas filhas, e ficamos bem. Quando completamos três anos no exterior, ele ficou sabendo que tinha um filho no Brasil. No meio de toda aquela bagunça dos primeiros sete anos, ele me traiu e teve um filho com outra pessoa. Ela ainda estava grávida quando nos mudamos, mas decidiu não contar, pois, segundo ela, não queria estragar o nosso casamento.

FETICHES

"Estou casada há 12 anos e durante esse período nunca traí meu marido. Agora, estou vivendo o momento mais difícil da minha vida. Amo meu marido, sinto desejo por ele e quero continuar sempre ao seu lado, mas estou vivendo uma espécie de paixão (ou seria tesão?) por um novo colega de trabalho. Já fomos algumas vezes para o motel na hora do almoço. Depois que comecei esse caso, não tenho sentido vontade de transar com meu marido. Apesar de acreditar que deve ser uma fase, tenho estado tensa, porque não sei quais são as consequências de uma relação fora do casamento."
*** Muito se fala dos perigos de uma relação extraconjugal, mas pouco é dito

Um fetiche pode ser um objeto, uma parte do corpo, um tipo de vestimenta ou até mesmo um comportamento que desperta excitação sexual. O termo também pode se referir a um objeto com poder mágico ou sobrenatural, ou a algo a que se dedica um interesse obsessivo. Quando a excitação sexual se concentra de forma intensa em algo que causa sofrimento ou prejuízo na vida da pessoa, pode ser considerado um transtorno de fetichismo, mas fetiches consensuais são vistos como uma parte normal da sexualidade. Fetiche no contexto sexual
- Foco: O fetiche pode ser um objeto (como sapatos, couro ou látex) ou uma parte não genital do corpo (como os pés).
- Manifestações: A excitação pode ser obtida através do uso do objeto, de sua presença na relação sexual (como o parceiro usar uma determinada roupa) ou através de fantasias envolvendo esses estímulos.
- Normalidade: Fetiches são considerados normais quando não causam sofrimento significativo, não interferem nas funções diárias e são consensuais. A parafilia (transtorno de fetichismo) é diagnosticada apenas quando há sofrimento clinicamente significativo e prejuízo funcional.
Outros significados de fetiche
- Religioso/Mágico: Refere-se a um objeto que é adorado por se acreditar que possui poder mágico ou sobrenatural.
- Figurado: É algo a que se dedica um interesse obsessivo ou irracional, como em "ele fetichiza a violência".
- Econômico (Fetichismo da mercadoria): Na teoria de Karl Marx, refere-se à percepção das relações sociais de produção como se fossem relações econômicas entre bens e dinheiro, ignorando as pessoas envolvidas.

A psiquiatra Carmita Abdo, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, revelou detalhes sobre alguns dos fetiches listados. "As fantasias sempre existiram e são, com certeza, o que faz com que as pessoas cresçam e estabeleçam o seu comportamento sexual na vida adulta. Elas começam a acontecer já na adolescência, com a eclosão dos hormônios sexuais, e vão, então, sendo as mais diversas, aquelas que nós podemos nem imaginar. Mas é importante poder explorá-las (…) O brasileiro é um povo altamente sexualizado e altamente interessado nesse quesito", disse.
Entenda os fetiches!
1.Sexo Anal: Um dos mais antigos e comuns, o sexo anal ainda tem muitos tabus. Porém, cada vez mais, os casais estão aderindo a prática na rotina íntima.
2. Orgia: Trata-se da participação de três ou mais pessoas em uma relação sexual. É muito comum em ambientes como clubes de swing ou em encontros combinados.
3. Podolatria: Mais inusitado, o podolatria é o fetiche por pés. A prática inclui a admiração estética, desejo de tocar, cheirar ou até mesmo ser dominado por meio deles.
4. Voyeurismo: Consiste no prazer sexual em observar outras pessoas em situações íntimas, sem necessariamente participar do ato.
5. Submissão: Na submissão, o prazer está em se colocar em uma posição de entrega, sendo dominado física ou verbalmente pelo parceiro.


